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Processos, geradores de evidências!

Hoje vou abordar a implantação de processos e modelos de práticas de mercado como CMMI, MPS.BR, entre outros. Existem inúmeros modelos atualmente no mercado, uns mais robustos e outros mais enxutos, mas todos eles têm como objetivo melhorar o processo de desenvolvimento das empresas e como consequência aumentar a qualidade do produto final.

Para você modelar um processo não necessariamente precisa atender todas as práticas que o modelo exige, você pode usar um ou mais modelos apenas como base para desenhar um processo com as melhores práticas necessárias para sua organização.

Este é o momento onde você deve levantar a estrutura de negócio de sua organização e comparar com as práticas dos modelos para conseguir escolher o que trará mais benefício ao seu produto final.

Porém se você tem como objetivo da implantação deste processo certificar a sua organização em um modelo, você deve ter alguns cuidados ao escolher o modelo que deseja adquirir o selo de maturidade.

Neste caso busque o modelo que possui as práticas mais benéficas ao seu produto, ou dentro de um modelo estude as áreas de processo que são mais deficientes e que são primordiais para o seu negócio e implemente essas áreas.

Os modelos apresentam um conjunto de melhores práticas separadas por áreas de processo para servir de referência na modelagem dos processos das organizações.

Níveis de maturidade em modelos são associados a categorias e áreas de processo exclusivas para cada nível. É através da implantação das práticas e metas descritas para as áreas de processo associadas a um nível que capacita a organização a atingir este nível de maturidade do modelo. Sendo que os níveis são sequencias e dependentes, ou seja, para adquirir o selo de um nível, obrigatoriamente deve-se atender a todos os níveis anteriores. Continuar lendo


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Recurso é a mãe!

Nas últimas décadas, diante da ampla adoção de práticas de gerenciamento de projetos no mercado de tecnologia da informação, emergiu um termo envolto em controvérsias: recurso, usado para designar tudo que é necessário para que se realize um projeto, mas também para se referir às pessoas envolvidas nele. Neste artigo buscaremos um resgate de fatos e uma discussão sobre este termo e suas nuances nos projetos, equipes e no sentimento das pessoas.

De antemão, gostaria de dizer que não me agrada o uso deste termo para designar pessoas, mas por outro lado a expressão (mesmo sendo “fria”) faz sentido quando falamos de planejamento de projeto. É um excelente termo para descrever recursos materiais e de qualquer natureza física, e tem entendimento e aceitação quase universais no mundo dos negócios. Então não espere vê-lo desaparecer por completo tão cedo.
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