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A salada da formação superior

Imagino que muitos dos leitores estejam planejando ou iniciando sua educação superior, que se refere a todas as atividades acadêmicas e educativas ocorridas após a conclusão da educação básica (que por sua vez compreende os ensinos infantil, fundamental e o médio, enfim, os nossos “anos de escola”).

Este assunto causa muitas dúvidas, agravadas por conta dos vários termos específicos da área: bacharelado, licenciatura, tecnólogo, curso sequencial, MBA, pós-graduação, mestrado, doutorado, entre tantos. Uma “salada” que não nos ajuda muito a pensar sobre os rumos que escolheremos para nossa formação, não é?

Neste artigo abordaremos de forma didática a organização formal da educação superior no Brasil, com o objetivo de ajudar os amigos leitores a entenderem esse balaio de gatos.  Continuar lendo


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Ergonomia de API’s empresariais

Olá, esta é a primeira vez que estou escrevendo um artigo para o blog, então deixe-me apresentar.
Trabalho a 12 anos com desenvolvimento de software, destes 12, 10 dedicados a Java e J2ee com os frameworks mais diversos.
Também trabalhei bastante com PHP e Javascript, e outras “aventuras” que sempre agregaram muito a minha carreira.

Sejam bem vindos, e boa leitura.

– Introdução

Ao participar de vários projetos de desenvolvimento, onde minha equipe precisava trabalhar ou disponibilizar rotinas e padrões, percebemos dificuldades nos dois lados.
Pessoas na equipe com conhecimento limitado e que não utilizavam inglês técnico.
Funções disponibilizadas pela empresa em bibliotecas internas, que já existiam na própria linguagem nativa, entre outros exemplos.
Sendo assim, ao analisar os fatos, se deparamos com o paradigma de criação e reutilização de código.
Assim, uma das boas práticas de desenvolvimento de software(eu diria a mais importante), é a própria reutilização de código.

Escrever a mesma coisa, ou “reinventar a roda” são problemas comuns do dia a dia dos desenvolvedores, e causam grande retrabalho e perda de tempo (time is money).
Para resolver este problema, utilizamos as chamadas API’s. Mas o que é uma API? Continuar lendo


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Recurso é a mãe!

Nas últimas décadas, diante da ampla adoção de práticas de gerenciamento de projetos no mercado de tecnologia da informação, emergiu um termo envolto em controvérsias: recurso, usado para designar tudo que é necessário para que se realize um projeto, mas também para se referir às pessoas envolvidas nele. Neste artigo buscaremos um resgate de fatos e uma discussão sobre este termo e suas nuances nos projetos, equipes e no sentimento das pessoas.

De antemão, gostaria de dizer que não me agrada o uso deste termo para designar pessoas, mas por outro lado a expressão (mesmo sendo “fria”) faz sentido quando falamos de planejamento de projeto. É um excelente termo para descrever recursos materiais e de qualquer natureza física, e tem entendimento e aceitação quase universais no mundo dos negócios. Então não espere vê-lo desaparecer por completo tão cedo.
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Construindo uma aplicação à prova do tempo

Quando iniciamos o desenvolvimento de uma aplicação, ainda no papel, nos deparamos com várias dúvidas e uma delas é  ‘Quais tecnologias utilizar?’. Essa pergunta não é fácil de responder, cada cenário leva a uma (ou muitas!) respostas diferentes. Com a alta volatilidade das tecnologias que vivenciamos atualmente, o essencial para uma aplicação é que ela esteja preparada para evoluir, acompanhando o que há de melhor surgindo no mercado, e para isso, a melhor carta na manga é uma boa arquitetura.

Nesse artigo abordarei um pouco de uma arquitetura na qual trabalhei recentemente e que na minha opinião exemplifica bem a flexibilidade que necessitamos: SOFEA (também conhecida como Thin Server).

Service Oriented Front-End Architecture (ou Arquitetura Front-End Orientada a Serviço) é um padrão de arquitetura que tem como objetivo desacoplar toda a lógica de apresentação de uma aplicação do servidor, ou seja, nenhuma lógica de como mostrar os dados na tela ficará no servidor, deixando a responsabilidade para quem realmente tem o dever de fazer: a aplicação cliente do usuário.

Tradicionalmente o servidor, quando requisitado, costuma reunir todas as informações necessárias (inclusive muitas repetidas) e agrega-las a uma página (htmljsp, …) que é retornada ao browser, que por sua vez necessita parsear todo o conteúdo a cada nova requisição.

d-arqcomum

O Problema desse tipo de arquitetura é o alto grau de dificuldade em evoluir a aplicação, especialmente em uma época onde a cada dia surge uma nova necessidade (como por exemplo, um site mobile ou um app) e para adaptar-se acaba gerando muito retrabalho, engessando todo o processo e deixando-a obsoleta. Continuar lendo


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Agarre as rédeas da sua carreira agora!

Se você pudesse dar apenas um conselho sobre carreira para seu melhor amigo, qual seria? No meu caso, o primeiro e mais importante é: “agarre as rédeas da sua carreira AGORA”. E leia este “agora” em letras maiúsculas com toda a ênfase que puder, porque ele tem o mesmo significado quer você tenha 15, 30 ou 50 anos.

“Mas isto é óbvio”, você deve estar pensando neste momento. “Como posso eu não estar no comando da minha própria carreira?”. Ano após ano observo que quanto mais óbvia pareça esta afirmação, mais ela é negligenciada nas nossas vidas profissionais, do estagiário ao diretor. Neste artigo vou explorar algumas lições que aprendi durante minha carreira, e as quais busco aplicar conscientemente.

Lição 1: tenha uma visão clara de carreira (no mínimo) para 5 anos.

O que você vai ser quando crescer?! Sim, você! Esta pergunta geralmente é feita para as crianças, mas se aplica para qualquer momento da sua vida, ficando mais dramática com o passar dos anos. Não espere que esta resposta venha de algum lugar que não seja de você mesmo. Desde que comecei minha vida profissional, e de forma mais intensa nos últimos anos, procuro manter uma visão de médio prazo (cinco anos) da minha carreira, e lhe garanto que somente o fato de estabelecer uma visão por si só é algo poderoso. Procure projetar uma visão de você daqui a cinco anos: o que você estará fazendo? Onde estará morando? Como imagina o seu dia-a-dia? Antes de pensar no “como”, pense no “o quê”. Praticamente todas as visões de carreira que estabeleci para mim se realizaram em menos tempo do que eu esperava, e por caminhos nem sempre previstos.  Continuar lendo