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Recurso é a mãe!

Nas últimas décadas, diante da ampla adoção de práticas de gerenciamento de projetos no mercado de tecnologia da informação, emergiu um termo envolto em controvérsias: recurso, usado para designar tudo que é necessário para que se realize um projeto, mas também para se referir às pessoas envolvidas nele. Neste artigo buscaremos um resgate de fatos e uma discussão sobre este termo e suas nuances nos projetos, equipes e no sentimento das pessoas.

De antemão, gostaria de dizer que não me agrada o uso deste termo para designar pessoas, mas por outro lado a expressão (mesmo sendo “fria”) faz sentido quando falamos de planejamento de projeto. É um excelente termo para descrever recursos materiais e de qualquer natureza física, e tem entendimento e aceitação quase universais no mundo dos negócios. Então não espere vê-lo desaparecer por completo tão cedo.
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Construindo uma aplicação à prova do tempo

Quando iniciamos o desenvolvimento de uma aplicação, ainda no papel, nos deparamos com várias dúvidas e uma delas é  ‘Quais tecnologias utilizar?’. Essa pergunta não é fácil de responder, cada cenário leva a uma (ou muitas!) respostas diferentes. Com a alta volatilidade das tecnologias que vivenciamos atualmente, o essencial para uma aplicação é que ela esteja preparada para evoluir, acompanhando o que há de melhor surgindo no mercado, e para isso, a melhor carta na manga é uma boa arquitetura.

Nesse artigo abordarei um pouco de uma arquitetura na qual trabalhei recentemente e que na minha opinião exemplifica bem a flexibilidade que necessitamos: SOFEA (também conhecida como Thin Server).

Service Oriented Front-End Architecture (ou Arquitetura Front-End Orientada a Serviço) é um padrão de arquitetura que tem como objetivo desacoplar toda a lógica de apresentação de uma aplicação do servidor, ou seja, nenhuma lógica de como mostrar os dados na tela ficará no servidor, deixando a responsabilidade para quem realmente tem o dever de fazer: a aplicação cliente do usuário.

Tradicionalmente o servidor, quando requisitado, costuma reunir todas as informações necessárias (inclusive muitas repetidas) e agrega-las a uma página (htmljsp, …) que é retornada ao browser, que por sua vez necessita parsear todo o conteúdo a cada nova requisição.

d-arqcomum

O Problema desse tipo de arquitetura é o alto grau de dificuldade em evoluir a aplicação, especialmente em uma época onde a cada dia surge uma nova necessidade (como por exemplo, um site mobile ou um app) e para adaptar-se acaba gerando muito retrabalho, engessando todo o processo e deixando-a obsoleta. Continuar lendo


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Agarre as rédeas da sua carreira agora!

Se você pudesse dar apenas um conselho sobre carreira para seu melhor amigo, qual seria? No meu caso, o primeiro e mais importante é: “agarre as rédeas da sua carreira AGORA”. E leia este “agora” em letras maiúsculas com toda a ênfase que puder, porque ele tem o mesmo significado quer você tenha 15, 30 ou 50 anos.

“Mas isto é óbvio”, você deve estar pensando neste momento. “Como posso eu não estar no comando da minha própria carreira?”. Ano após ano observo que quanto mais óbvia pareça esta afirmação, mais ela é negligenciada nas nossas vidas profissionais, do estagiário ao diretor. Neste artigo vou explorar algumas lições que aprendi durante minha carreira, e as quais busco aplicar conscientemente.

Lição 1: tenha uma visão clara de carreira (no mínimo) para 5 anos.

O que você vai ser quando crescer?! Sim, você! Esta pergunta geralmente é feita para as crianças, mas se aplica para qualquer momento da sua vida, ficando mais dramática com o passar dos anos. Não espere que esta resposta venha de algum lugar que não seja de você mesmo. Desde que comecei minha vida profissional, e de forma mais intensa nos últimos anos, procuro manter uma visão de médio prazo (cinco anos) da minha carreira, e lhe garanto que somente o fato de estabelecer uma visão por si só é algo poderoso. Procure projetar uma visão de você daqui a cinco anos: o que você estará fazendo? Onde estará morando? Como imagina o seu dia-a-dia? Antes de pensar no “como”, pense no “o quê”. Praticamente todas as visões de carreira que estabeleci para mim se realizaram em menos tempo do que eu esperava, e por caminhos nem sempre previstos.  Continuar lendo


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Testes ágeis com mapas mentais

Vou falar hoje de Testes ágeis, um assunto que está muito em alta na área de desenvolvimento de software e que muitas pessoas estão estudando sobre o assunto para tornar os testes mais ágeis ou para acoplar os testes a um processo de desenvolvimento ágil.

agile

Processos de teste se tornaram comuns com tanta concorrência entre empresas e clientes cada vez mais exigentes. Estes processos normalmente acompanham processos de desenvolvimento baseados em modelos tradicionais e pesados, gerando assim um processo de testes tradicional e pesado também.

O que tem evoluído muito e que também tem ganhado espaço nas empresas de desenvolvimento de software são os processos e metodologias ágeis. Estes têm como princípio quebrar as atividades em partes menores com respostas mais rápidas e entregas em períodos mais curtos.

Para acompanhar essa onda de desenvolvimento em processos ágeis os profissionais da área de teste estão em busca de métodos para tornar os testes mais ágeis com respostas mais rápidas, porém que consigam manter a mesma qualidade dos processos de testes tradicionais.

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Tornando os aplicativos mais interessantes – Gamification

Olá pessoal, tudo bem com vocês? Eu sou o Tiago Booz, e vou postar aqui no Nerds-On assuntos relacionados a usabilidade e arquitetura de informação, gerenciamento de projetos, análise de sistemas, e o que mais eu achar relevante pra contribuir. :P

Press start

Vou começar falando de um termo que para muitos pode não ser tão comum, mas acredito que a maioria de vocês já deve ter tido algum tipo de contato com alguma ferramenta que se utiliza das técnicas do “Gamification”!.

Tudo pode ser um jogo.

Tudo pode ser um jogo.

Gamification (ou gamificação – o termo até já foi abrasileirado) é o uso de mecânicas de jogos e técnicas de design de jogos em contextos reais e virtuais que não estejam relacionados diretamente a um jogo (e quando falo de jogo, falo de qualquer tipo de jogo, seja uma partida de Banco Imobiliário, ou mesmo uma partida de FIFA 13 com os amigos).

O gamification pode ser aplicado em qualquer tipo de negócio: processo, serviço, software, vendas, e por aí vai. Adota-se o uso do gamification para tornar um negócio mais atrativo e divertido, buscando fidelizar os usuários, promovendo uma competição sadia – como uma partida de Call of Duty com os amigos, ou mesmo quando você e seus amigos competiam pra saber quem fazia o maior score em Tetris, naqueles Brick Games dos anos 90. Continuar lendo